domingo, 5 de abril de 2009

Ensadepe!

Enrola, sacode, devolve, perdoa... A gente sabe que não, mais vê que sim...
Eu tenho um amigo, que tem um outro amigo... que é assim: Ele sabe. Mais pensa: E se? Mais não... Então segura, enrola. Mais... e ai? Reclama e chateia... Sacode. E escuta. Escuta. E devolve. Depois reconhece tudo. Vê que realmente... Viajem.. oh! Que coisa... Mais fala e se perde na fala. Reflita. Escuta e se desculpa. Por fim, fala algo besta, contorna. E perdoa. Não a outra, se perdoa. E sempre fica nessa de enrola, sacode, devolve, perdoa. Mais também torce pra passar e passa pra torcer, mais um pouquinho, a lição. E vive. É ele vive. Mais pensa: E se? E se esgotar? Então segura, enrola...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Vida

A vida;

Depende do ritmo do humor da alma.
Pende pro pudor, ardor e resguarda.
Depende do cheiro, do gosto, do tempo.
Gosta do desgosto, sem gosto do medo.
E com seu ritmo sem gosto do tempo,
E seu humor de cheiro que resguarda,
A alma tem medo do tempo,
E a vida segue com pudor de nada.

(Danilo Cabral)


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

E mantendo sempre o ritual de enxugar suas lágrimas, ele ia tocando a vida. Era engraçado o fato de sempre conseguir acordar feliz, de um jeito misterioso, esquecendo quase que por absoluto todos os erros, brigas, tristezas, do dia que se passou. E ele sempre que acordava se perguntava se isso era um atributo ou um defeito. Talvez fosse assim por pensar que a raiva só faz mal pra pessoa que a tem. Um modo muito bonito se de pensar, mais ao longo dos anos, tranformar qualquer tipo de rancor em indiferença só vai fazer mal pra seu juízo. Mesmo assim, acordava. E como um computador, reiniciava qualquer tipo de sentimento que sentiu. Mais sabia que só se pode firmar uma sensação numa pessoa se essa fosse diária e constante. Era assim que achava sobre o amor. Era assim que achava sobre o ódio. E eu concordo com ele.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Com um tiro a queima roupa na auto-estima, ele tinha que novamente esperar. A vida é repleta de imprevistos eu sei, mais como a daquele menino era demais. E era tranquilo. Mais mentia tão facilmente sobre seu sentimento que enganava a si mesmo. Além de tudo, era frio. De tão frio, sabia exatamente porque estava triste e ficava mais triste ainda, porque nem a tristeza podia sentir direito sem ter conclusões sobre ela. E ia levando, empurrando seus devidos sentimentos debaixo da terra somente pedindo a ajuda de qualquer pessoa pra explicar o porquê de tantas irregularidades a uma pessoa que se considera boa. Não pedia justiça. Talvez, mais facilidade em resolver suas questões futéis, como qualquer pessoa pede. Então, com olhos cansados e fingindo um sorriso de saciado, ele ia novamente esperar o outro dia chegar pra tentar resolver sua vida, que a cada dia parecia apenas tentar ensinar uma lição de pecados que ele nem cometeu.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Nem sem.

Eu não quero ninguém rindo ou chorando; Sentimentos... Alheios... Eu quero é um samba-rock rápido, que tenha a força de me fazer ter força pra bater o pé no ritmo da música. Sem preucupações na cabeça... Sem cabeça para preucupações... Ai sim a batida fica mais leve e voa. Depois, um gole. Outro. E nessa batida a gente para e vê que o samba-rock tá acabando, assim como o ano. Desespero? Jamais! Minha dose ainda tá cheia. E do jeito que minha mente está eu começo a me perguntar se a música acabou ou somente eu escuto ela tocar. Minha vida pára... Meu olhar trava nesse outro e eu termino meu gole, desligo meu som, cheiro a minha vida e vou dormir, sem rir ou chorar... somente leve. E eu vôo...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Sortes do Orkut

Sorte de hoje: Jogue com esses números na loteria: 5, 12, 39, 43, 62, 87

Digamos que eu jogue e ganhe. Tenho que dar uma parte pro Orkut?